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Coleta de óleo de cozinha usado: Como guardar e descartar

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Coleta de óleo de cozinha usado: Como guardar e descartar
Neste Artigo

A coleta de óleo de cozinha usado começa dentro de casa, no momento em que eu termino de fritar os alimentos e percebo que aquele óleo não serve mais para o mesmo uso. Em vez de despejar na pia, no vaso sanitário ou no lixo comum, eu separo o óleo e guardo para entregar em um ponto de coleta.

Essa atitude parece pequena, mas faz diferença. O óleo usado pode ser encaminhado para reaproveitamento e servir como matéria-prima para produtos como sabão e biodiesel. Órgãos públicos brasileiros também orientam que o óleo seja resfriado, colocado em recipiente fechado e levado a um ponto de coleta adequado.

Eu gosto de explicar esse processo de forma simples porque muita gente sabe que não deve jogar óleo na pia, mas ainda fica sem saber o que fazer depois. Precisa coar? Qual garrafa usar? Onde guardar? Quando levar? E se não houver um ponto de coleta perto de casa?

São dúvidas comuns na rotina da cozinha. Por isso, vou mostrar como eu separo o óleo usado, como armazeno e o que procuro antes de entregar para a coleta.

1. Separe o óleo

Depois de usar o óleo, eu não despejo diretamente na pia. Primeiro, espero que ele esfrie completamente.

Essa espera é importante principalmente por segurança. O óleo quente pode causar queimaduras e também pode danificar determinados recipientes. Orientações de órgãos públicos recomendam deixar o óleo usado esfriar antes de colocá-lo na embalagem destinada ao armazenamento.

Quando já está frio, eu observo se existem muitos restos de comida dentro dele. Se houver, posso coar com cuidado antes de guardar. O objetivo é retirar pedaços de alimentos que ficaram misturados ao óleo durante a fritura.

Eu não preciso fazer uma limpeza complicada. A ideia é apenas separar o óleo dos restos maiores e colocá-lo em uma embalagem adequada.

Também procuro não misturar o óleo de cozinha com outros produtos. Óleo de cozinha usado é diferente de óleo lubrificante de carro ou de outras substâncias utilizadas fora da cozinha. Cada tipo de resíduo possui uma forma própria de coleta e destinação.

Depois de separado, o óleo pode ficar armazenado até que eu tenha uma quantidade suficiente para levar ao ponto de coleta.

Esse hábito acaba ficando automático depois de algumas semanas. Em vez de pensar no óleo como lixo, eu passo a tratá-lo como um resíduo que precisa ser separado.

2. Escolha a embalagem

Para guardar óleo de cozinha usado em casa, eu posso utilizar uma garrafa PET limpa e resistente, desde que esteja em boas condições e possa ser fechada corretamente.

Orientações de órgãos públicos indicam justamente o uso de garrafas PET para armazenar o óleo usado antes da entrega em pontos de coleta.

Eu gosto desse tipo de recipiente porque é fácil de encontrar, tem tampa e permite acompanhar a quantidade acumulada.

Antes de colocar o óleo, verifico se a garrafa está limpa e seca. Depois, transfiro o óleo já frio com cuidado. Um funil pode ajudar bastante nessa etapa, principalmente quando a abertura da garrafa é pequena.

Não encho o recipiente até a boca. Deixo um pequeno espaço para facilitar o fechamento e evitar derramamentos durante o transporte.

A tampa precisa ficar bem fechada. Uma garrafa mal fechada pode vazar dentro do armário, do saco ou do carro, deixando um cheiro desagradável e uma sujeira difícil de limpar.

Também não uso uma embalagem que esteja rachada, muito amassada ou com a tampa danificada. Se o recipiente não oferece segurança para armazenar o líquido, prefiro escolher outro.

A embalagem não precisa ser bonita. Precisa ser resistente, limpa, seca e bem fechada.

3. Guarde com segurança

Depois de colocar o óleo na garrafa, eu escolho um local adequado para deixá-lo até a coleta.

Procuro manter o recipiente fechado, em posição vertical e longe do alcance de crianças. Também evito deixar a garrafa próxima ao fogão, forno ou outras fontes de calor.

Uma área fresca e protegida da cozinha costuma ser mais adequada.

Outro cuidado é não colocar a garrafa em um local onde ela possa cair facilmente. Mesmo estando fria, uma garrafa cheia de óleo pode fazer bastante sujeira se cair no chão.

Se eu moro em uma casa com outras pessoas, também gosto de deixar claro que aquela garrafa contém óleo usado e não deve voltar para a cozinha como se fosse um recipiente de alimentos.

Algumas cidades orientam que a embalagem seja identificada e mantida separada de outros resíduos.

Eu também evito acumular dezenas de garrafas. Quando tenho uma quantidade razoável, procuro o ponto de coleta e faço a entrega.

Essa rotina deixa o processo mais simples. Uso o recipiente para acumular o óleo durante alguns dias ou semanas e, quando está cheio, levo ao local indicado.

O importante é não deixar a embalagem aberta ou em uma área onde possa ser derrubada.

4. Não jogue na pia

O óleo usado não deve ser despejado na pia.

Esse é um dos hábitos mais comuns que eu tento evitar na cozinha. Mesmo uma quantidade pequena pode aderir às tubulações e contribuir para problemas no sistema de esgoto. Órgãos municipais alertam para o risco de entupimentos e outros impactos relacionados ao descarte incorreto.

Também não considero o vaso sanitário uma alternativa. Jogar óleo ali apenas muda o lugar do problema.

O mesmo cuidado vale para ralos, quintais, terrenos e outros locais onde o óleo possa entrar em contato com o solo ou alcançar sistemas de drenagem.

Quando o óleo chega à água ou ao solo sem tratamento adequado, pode causar impactos ambientais. Por isso, a melhor prática doméstica é separar o material e procurar uma forma correta de destinação.

Eu também não despejo óleo usado diretamente no lixo comum. Se ele estiver líquido e escapar da embalagem, pode sujar outros resíduos e dificultar o trabalho de quem faz a coleta e a separação.

A solução é simples: deixo esfriar, guardo em uma embalagem fechada e entrego em um ponto de coleta.

É muito mais fácil do que tentar limpar depois uma pia ou uma tubulação que recebeu óleo repetidamente.

5. Encontre um ponto

Depois de armazenar o óleo, preciso descobrir onde posso entregá-lo.

A disponibilidade dos pontos de coleta muda de acordo com a cidade. Algumas prefeituras possuem programas próprios, enquanto outras contam com supermercados, cooperativas, associações, instituições ou empresas que recebem o material.

No Paraná, por exemplo, o portal Conexão Ambiental informa pontos de coleta em estabelecimentos participantes e orienta o armazenamento do óleo em garrafa PET antes da entrega.

Em São Paulo, a Prefeitura mantém pontos de coleta em equipamentos públicos de segurança alimentar, incluindo mercados e sacolões municipais, Armazéns Solidários e unidades da Rede Cozinha Escola.

Isso mostra por que eu não gosto de indicar um único lugar como se servisse para todas as cidades. O ponto correto depende da região onde a pessoa mora.

Antes de sair de casa com a garrafa, eu procuro informações atualizadas da prefeitura, do serviço municipal de limpeza urbana ou de programas locais de reciclagem.

Também vale perguntar em supermercados, cooperativas e associações próximas se existe coleta de óleo usado.

O principal é confirmar que o local realmente recebe óleo vegetal de cozinha usado. Não devo presumir que qualquer ponto de reciclagem aceite esse material.

6. Entregue corretamente

Quando encontro um ponto de coleta, levo a garrafa bem fechada.

Eu não abro o recipiente no caminho e também não transfiro o óleo novamente sem necessidade. Quanto menos manipulação, menor a chance de derramar.

Alguns programas recebem o óleo diretamente em garrafas PET. Outros podem ter regras próprias para o recipiente ou para a quantidade mínima. Por isso, se o local possuir orientações específicas, sigo aquelas instruções.

Também gosto de aproveitar a entrega para perguntar se o recipiente precisa ser deixado no local ou se existe algum procedimento para devolução da embalagem.

Em determinados programas, a entrega pode até gerar algum benefício para o participante. Em São Paulo, por exemplo, uma iniciativa municipal em parceria com a VivaTerra informa que cada litro doado pode dar direito a uma barra de sabão produzida a partir do óleo coletado.

Mas isso não é uma regra geral. Cada programa possui suas próprias condições.

Para mim, o mais importante é que o óleo chegue ao destino correto.

Depois da entrega, o material pode seguir para processos de reaproveitamento. A coleta pública e iniciativas de reciclagem podem encaminhar o óleo para diferentes usos, incluindo a produção de produtos de limpeza e biocombustíveis.

7. Entenda o reaproveitamento

Quando entrego o óleo usado para uma coleta organizada, ele não precisa simplesmente terminar como lixo.

O material pode ser encaminhado para empresas, cooperativas ou outros operadores responsáveis pela sua destinação. Dependendo do processo, o óleo vegetal residual pode ser aproveitado na fabricação de sabão, biodiesel, tintas e outros produtos.

É por isso que a separação feita dentro de casa tem valor.

Se eu misturo o óleo com restos de comida, água, produtos de limpeza ou outros resíduos, posso dificultar o aproveitamento. Quanto melhor eu armazenar o material, mais simples fica sua entrega para quem realiza a coleta.

Também existe uma diferença importante entre reciclar e simplesmente reutilizar o óleo para cozinhar novamente.

Reaproveitar o óleo usado na cozinha exige atenção à qualidade e às condições do alimento. Se o objetivo é destiná-lo à coleta, eu não preciso tentar encontrar outro uso culinário para ele. Posso simplesmente separar o material e encaminhá-lo para o programa adequado.

A transformação acontece depois que o óleo sai da minha casa.

Eu faço a parte mais simples: separo, armazeno e entrego.

Quem recebe o material é responsável pelo processo de tratamento e reaproveitamento conforme a estrutura e as regras aplicáveis ao programa.

8. Evite misturas

Uma coisa que eu considero importante é manter o óleo de cozinha separado de outros líquidos.

Não coloco detergente, água, combustível, óleo de motor ou produtos químicos dentro da mesma garrafa.

Essa separação facilita a identificação do material e evita problemas no processo de reaproveitamento.

Também não misturo diferentes tipos de resíduos só porque todos parecem líquidos. Óleo de cozinha é um resíduo específico e deve seguir uma cadeia de destinação própria.

O óleo lubrificante usado, por exemplo, possui regras e sistemas de coleta diferentes no Brasil. O SINIR informa que esse material deve ser recolhido por sistemas próprios, com participação de produtores, importadores, coletores e rerrefinadores.

Por isso, quando falo de coleta de óleo de cozinha, estou tratando do óleo vegetal usado no preparo de alimentos, como óleo de soja, milho, canola, girassol e outros óleos alimentares.

Se houver dúvida sobre determinado produto, eu verifico primeiro qual é a sua origem e qual programa de coleta recebe aquele tipo de resíduo.

Essa atenção evita colocar materiais diferentes no mesmo recipiente.

9. Organize em casa

Para quem usa bastante óleo durante a semana, eu acho útil separar um lugar específico para armazená-lo.

Não precisa ser um espaço grande. Uma área dentro de um armário baixo ou um canto protegido da despensa pode funcionar, desde que o recipiente fique estável e longe do calor.

Eu também gosto de deixar uma garrafa reservada apenas para esse objetivo. Assim, não corro o risco de confundir o recipiente com uma embalagem que ainda será usada para alimentos.

Quando a garrafa chega perto de ficar cheia, já começo a procurar o momento adequado para levar ao ponto de coleta.

Essa pequena organização facilita bastante a rotina.

Em vez de decidir toda vez o que fazer com o óleo depois de fritar, eu simplesmente espero esfriar, transfiro para a garrafa e volto para as tarefas da cozinha.

Se várias pessoas moram na mesma casa, vale combinar esse procedimento. Todo mundo precisa saber onde colocar o óleo e qual recipiente deve ser usado.

Com o tempo, isso vira parte da rotina, assim como separar papel, plástico, vidro e outros materiais recicláveis.

Não é necessário transformar a cozinha em um centro de reciclagem. Basta criar um sistema simples que seja fácil de manter.

10. Pense no volume

A quantidade de óleo usada em casa influencia a forma de organizar a coleta.

Uma família que frita alimentos com frequência pode encher uma garrafa rapidamente. Já uma pessoa que utiliza pouco óleo pode levar mais tempo para acumular uma quantidade razoável.

Eu não tento acelerar esse processo. Simplesmente guardo o óleo que realmente foi usado e aguardo o momento adequado para fazer a entrega.

Para quem administra um restaurante, lanchonete, padaria ou outro estabelecimento que utiliza grandes quantidades de óleo, a situação é diferente. O volume produzido é maior e pode exigir uma solução de coleta própria.

Em Goiás, por exemplo, o programa Olho no Óleo diferencia pequenos geradores, como consumidores residenciais, de grandes geradores, como bares, restaurantes, condomínios e supermercados.

Por isso, empresas que produzem muito óleo usado não devem simplesmente seguir a mesma rotina de uma residência sem verificar as opções disponíveis.

Em casa, uma garrafa PET bem fechada pode resolver o armazenamento temporário. Em estabelecimentos comerciais, pode ser necessário contratar ou estabelecer uma coleta regular.

O princípio continua sendo o mesmo: separar o óleo e garantir que ele tenha uma destinação adequada.

11. Evite o desperdício

Antes mesmo de pensar na coleta, eu também observo quanto óleo estou usando na cozinha.

Isso não significa deixar de preparar frituras ou mudar completamente os hábitos da casa. Significa apenas evitar colocar muito mais óleo na panela do que a receita realmente precisa.

Quanto menos óleo eu uso sem necessidade, menor também será a quantidade que preciso armazenar depois.

Quando sobra óleo que ainda está em condições adequadas para determinada preparação, posso avaliar seu uso conforme a receita e as boas práticas de segurança alimentar. Mas quando já decidi que aquele óleo deve ser descartado, não o despejo na pia para me livrar rapidamente dele.

A coleta começa justamente nesse momento.

Também não guardo óleo que esteja misturado com água ou outros produtos só porque ainda existe espaço na garrafa. Se o material não estiver adequado para o programa de coleta, preciso verificar a orientação específica do ponto responsável.

O objetivo não é simplesmente tirar o óleo da minha cozinha. É fazer com que ele chegue ao destino correto.

Essa diferença parece pequena, mas muda completamente a maneira como lidamos com o resíduo.

12. Faça parte da rotina

A coleta de óleo de cozinha usado funciona melhor quando deixa de ser uma tarefa esquecida e passa a fazer parte da rotina da casa.

Eu não preciso pensar nisso toda vez que vou cozinhar. Basta ter um recipiente reservado, esperar o óleo esfriar, armazená-lo corretamente e acompanhar a quantidade acumulada.

Depois, escolho um ponto de coleta confiável e faço a entrega.

Em cidades com programas estruturados, a população pode encontrar pontos em mercados, equipamentos públicos, cooperativas e outros estabelecimentos. Em Catanduva, por exemplo, a SAEC informa mais de 40 pontos participantes de um programa de coleta de óleo usado, com entrega de sabão ecológico como incentivo em determinadas condições.

Esses programas mostram que existem diferentes formas de organizar a coleta, mas a participação começa dentro da cozinha.

Eu considero esse um daqueles hábitos domésticos simples que valem a pena manter. Não exige equipamentos especiais, não ocupa muito espaço e pode evitar que um resíduo seja descartado de maneira inadequada.

Se ainda não existe um ponto de coleta conhecido perto da minha casa, procuro primeiro as informações da prefeitura ou do serviço local de resíduos. Também verifico cooperativas e estabelecimentos que participam de programas ambientais.

O melhor momento para começar é depois da próxima fritura: deixar o óleo esfriar, guardar corretamente e descobrir onde ele pode ser entregue.

Arroz com Frango e Legumes Soltinho de Uma Panela Só 1 15 min 3.3 (1015)

Arroz com Frango e Legumes Soltinho de Uma Panela Só

Preparar este arroz com frango e legumes resolve a refeição da família inteira sem sujar quase nada na cozinha.

Historicamente derivado das galinhadas do interior paulista e mineiro, este prato caipira evoluiu nas casas brasileiras para aproveitar o que temos de mais fresco na geladeira em uma única panela.

No meu diário de receitas, essa versão ganha destaque porque refogo o frango em cubos até criar um fundo bem dourado na panela antes de entrar com os grãos de arroz e o caldo.

É justamente esse processo de caramelização inicial da carne com a cebola que tinge o arroz de forma natural e deixa cada garfada rica em sabor.

Se você curte pratos práticos que unem peito de frango com legumes bem temperados de um jeito simples e direto para o meio da semana, vale a pena conhecer também a receita de arroz com frango e legumes que preparamos com temperos frescos no blog.

O passo a passo é rápido, não tem mistério nenhum e o resultado fica extremamente apetitoso.

Tente preparar essa receita na sua casa hoje mesmo!

Quero muito saber qual legume não pode faltar na sua panela, me conte nos comentários, envie uma foto do seu prato pronto e compartilhe este link no grupo da família!

Ver Receita Completa Rafael Monteiro
Filé de Frango à Milanesa com Creme de Milho 2 30 min 4.5 (593)

Filé de Frango à Milanesa com Creme de Milho

Tem combinação que parece ter sido feita para o almoço de domingo: frango à milanesa bem dourado e um creme de milho servido ainda quente.

A crosta crocante contrasta com a textura macia do creme, e o melhor é que os dois preparos são relativamente simples. Para o frango, gosto de trabalhar com filés não muito grossos.

Assim, eles cozinham rapidamente e ficam com aquela casquinha dourada sem precisar permanecer muito tempo no óleo.

O tempero pode ser básico, porque o creme de milho já traz bastante sabor para o prato.

O creme começa com milho refogado e ganha consistência com leite e um pouco de amido de milho.

Eu prefiro bater apenas parte do milho, deixando alguns grãos inteiros.

O resultado fica mais interessante do que um creme completamente liso.

É um prato que combina muito bem com arroz branco e uma salada simples.

E para quem acabou de preparar o peito de frango com batata no forno, esta é uma boa mudança de caminho: sai a assadeira com batatas e entra uma combinação de frigideira, empanado crocante e creme de milho.

Ver Receita Completa Márcia Oliveira
Frango Desfiado com Batata no Forno: Receita Cremosa 3 30 min 2.0 (557)

Frango Desfiado com Batata no Forno: Receita Cremosa

Batata e frango desfiado são dois ingredientes que costumo ter por perto quando preciso resolver uma refeição sem muita complicação.

Juntos, eles podem virar uma travessa bem completa, com o frango temperado no fundo, as batatas por cima e uma cobertura de queijo que termina de dourar no forno. Para fazer esse prato, primeiro cozinho o frango e desfio enquanto ele ainda está morno.

Depois preparo um refogado com cebola, alho, tomate e alguns temperos.

A batata entra cozida, mas sem ficar desmanchando, porque ainda vai passar pelo forno e precisa manter a forma.

Gosto de montar tudo em uma única travessa.

É prático para servir e também facilita quando preparo o almoço para mais pessoas.

O queijo por cima forma aquela camada dourada que combina muito bem com o recheio de frango e as batatas macias.

Quem acompanha nossas receitas de frango já viu outras formas de preparar a carne, como o frango crocante com farinha de trigo.

Aqui a proposta é outra: uma comida de forno, mais tranquila de montar e ótima para acompanhar arroz branco e uma salada.

Ver Receita Completa Rosângela Aparecida Ferreira
Frango Assado com Maionese: Receita Suculenta e Douradinha de Forno 4 20 min 1.5 (967)

Frango Assado com Maionese: Receita Suculenta e Douradinha de Forno

Se tem uma coisa que eu amo nessa vida é fazer assados de final de semana com maionese, este prato carrega consigo um peso de versatilidade que eu simplesmente aprecio.

Nessa sexta-feira eu recebi os meus primos e deu aquela vontade de assar frango com batatas e maionese, ficou gostoso demais e simplesmente as pessoas amaram que até pediram a receita.

E dado ao interesse dos meus primos, venho aqui também compartilhar convosco essa maravilhosa receita de frango assado com maionese que todos amaram aqui em casa.

Espero que vocês gostem dessa versão, para fazer é muito fácil, basta anotar os ingredientes, preparar aquela lista de compras completa e já ir para o mercado buscar tudo o que é necessário para o preparo.

O grande truque de usar a maionese como tempero base é que o óleo e os ovos presentes no molho criam uma capa protetora na carne, retendo toda a umidade interna enquanto assa e entregando aquela casca douradinha dos deuses.

Para quem adora montar assadeiras fartas para receber visitas e quer mais ideias de almoço em família, vale a pena conhecer também a receita de coxa e sobrecoxa assada com batata que é outro sucesso absoluto nas reuniões de fim de semana.

O modo de fazer é super tranquilo, não tem complicação e o resultado agrada da primeira à última garfada.

Faça esse frango na sua casa hoje mesmo!

Me conta aqui nos comentários o que os seus convidados acharam, tire uma foto do assado bem bonito e compartilhe este passo a passo no grupo de família do WhatsApp!

Ver Receita Completa Márcia Oliveira

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Escrito por

Márcia Oliveira

Especialista em Casa, Cozinha e Cuidados do Lar | UFG

Márcia Aparecida Oliveira, 35 anos, é redatora do ZDZ Receitas, especialista em cozinha caseira, organização e cuidados do lar. Filha de família simples, estudou sempre em escolas públicas e formou-se pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Ao longo da carreira, escreveu para grandes portais e veículos de comunicação, incluindo Terra, Globo e Record, além de outros projetos digitais. É criadora de um dos métodos de limpeza de cozinhas mais populares da América Latina e transforma a experiência de mais de uma década cuidando da própria casa em conteúdos práticos e acessíveis. Mãe de três filhos, vive atualmente num sítio ao lado do marido, dos seus cinco cavalos e da rotina tranquila do campo, onde continua a cozinhar, cuidar da família e escrever sobre tudo aquilo que aprendeu dentro de casa.

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