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Qual ar-condicionado consome menos energia e como escolher

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Qual ar-condicionado consome menos energia e como escolher
Neste Artigo

Quem procura um ar-condicionado que consome menos energia geralmente quer uma resposta simples: qual aparelho gasta menos na conta de luz? A resposta depende do modelo, da capacidade e da eficiência do equipamento. Por isso, não basta olhar apenas a quantidade de BTUs ou escolher qualquer aparelho com tecnologia inverter.

Na prática, para comparar aparelhos, eu verifico a etiqueta de eficiência energética e os dados de consumo informados para aquele modelo. O Inmetro mantém informações atualizadas sobre os condicionadores de ar etiquetados e permite consultar produtos por características como modelo, capacidade, classificação e consumo de energia. A etiqueta atual também usa o IDRS, índice que considera o desempenho do aparelho ao longo do ano.

Isso significa que um ar-condicionado de menor capacidade não é automaticamente a melhor escolha para qualquer ambiente. Um aparelho pequeno instalado em um cômodo grande pode trabalhar por mais tempo tentando atingir a temperatura desejada. Por outro lado, comprar um equipamento muito maior do que o necessário também pode não ser uma boa decisão.

Para gastar menos energia, eu procuraria um aparelho com boa eficiência para a capacidade realmente necessária no ambiente. Entre modelos equivalentes, vale comparar o consumo anual indicado na etiqueta e o desempenho energético.

1. O que consome menos

De forma geral, o ar-condicionado que consome menos energia é aquele que apresenta melhor eficiência para a mesma categoria e capacidade necessária. Não existe um único modelo que seja o mais econômico para todas as casas.

Um aparelho de 9.000 BTUs, por exemplo, pode ter consumo anual menor do que um de 18.000 BTUs. Isso é esperado porque são equipamentos destinados a capacidades diferentes. Porém, essa comparação isolada não mostra qual deles é mais eficiente para um determinado ambiente.

O primeiro passo é escolher a capacidade adequada. Depois, compare aparelhos semelhantes.

Eu olharia principalmente para estes pontos:

  • Consumo de energia informado na etiqueta
  • Classificação de eficiência energética
  • IDRS indicado para o modelo
  • Capacidade em BTUs adequada ao ambiente
  • Tecnologia do compressor
  • Recursos que ajudam no controle de temperatura

O Inmetro informa que o Sistema PBE permite consultar os produtos etiquetados e filtrar os resultados por características como marca, modelo, capacidade, potência e classificação. Isso ajuda a comparar aparelhos antes da compra.

Um detalhe importante é não escolher apenas pelo menor número de BTUs. O aparelho precisa atender o cômodo onde será instalado.

Se ele não tiver capacidade suficiente, poderá permanecer funcionando por mais tempo para tentar resfriar o ambiente. Nesse caso, a economia esperada na compra de um equipamento menor pode não aparecer da forma imaginada no uso diário.

Por isso, eu começaria pelo tamanho e pelas características do ambiente. Depois, compararia a eficiência entre os modelos com capacidade adequada.

2. Tecnologia inverter

O ar-condicionado inverter é uma das opções mais procuradas por quem quer reduzir o consumo de energia. A diferença está na forma como o compressor trabalha para manter a temperatura.

Em vez de simplesmente funcionar em ciclos de liga e desliga como acontece em sistemas tradicionais, os aparelhos inverter ajustam o funcionamento do compressor conforme a necessidade de refrigeração.

Isso pode ajudar o equipamento a trabalhar de maneira mais eficiente, mas eu não trataria a palavra “inverter” como garantia de que qualquer modelo será automaticamente o mais econômico.

Dois aparelhos inverter podem apresentar resultados diferentes na etiqueta. Por isso, ainda é necessário comparar os dados específicos de cada equipamento.

A nova etiquetagem do Inmetro também tornou mais fácil identificar a eficiência dos produtos com compressor inverter. O método atual utiliza o IDRS, que avalia o desempenho de forma sazonal e considera o uso do ar-condicionado ao longo do ano.

Na hora de escolher, eu faria assim:

  1. Definiria a capacidade necessária para o ambiente.
  2. Procuraria modelos com boa classificação de eficiência.
  3. Compararia o IDRS entre aparelhos semelhantes.
  4. Conferiria o consumo anual informado.
  5. Consideraria o preço do equipamento e o custo de instalação.

O inverter pode ser uma boa escolha, principalmente para quem pretende usar o ar-condicionado com frequência. Mesmo assim, o consumo real da casa depende de vários fatores.

A temperatura escolhida, o tempo de uso, o calor externo, o isolamento do cômodo e a manutenção fazem diferença.

Portanto, comprar um aparelho eficiente é apenas uma parte da economia.

3. A etiqueta importa

A etiqueta de eficiência energética é uma das informações mais úteis antes da compra. É nela que o consumidor encontra dados que ajudam a entender melhor o desempenho daquele aparelho.

O Inmetro atualizou os critérios da etiquetagem para condicionadores de ar. A nova etiqueta considera o consumo de energia ao longo do ano e utiliza o IDRS, o Índice de Desempenho de Resfriamento Sazonal.

Por isso, eu não escolheria um aparelho apenas porque ele tem uma determinada letra na classificação. Também observaria os números apresentados.

Entre aparelhos da mesma categoria e capacidade, o consumo anual pode ajudar na comparação. O IDRS também mostra a eficiência do equipamento segundo os critérios da etiquetagem.

O próprio Inmetro disponibiliza um sistema para consulta dos produtos etiquetados. Nele, é possível procurar aparelhos registrados e comparar informações como capacidade, potência, classificação e consumo.

O Selo Procel também é uma referência para o consumidor na busca por produtos mais eficientes. Segundo informações oficiais do setor, ele identifica equipamentos que atendem aos critérios técnicos de eficiência estabelecidos para a categoria.

Mas eu não escolheria o aparelho apenas por um selo ou por uma letra isolada.

É preciso olhar o conjunto.

Um modelo pode ser muito eficiente, mas ter capacidade diferente de outro. Comparar equipamentos que atendem à mesma necessidade deixa a escolha mais justa.

Antes de fechar a compra, eu conferiria a etiqueta do modelo exato. Pequenas diferenças entre versões podem mudar os dados de consumo.

4. BTUs corretos

Escolher a quantidade certa de BTUs é uma das partes mais importantes para não gastar energia sem necessidade.

O ar-condicionado precisa ter capacidade suficiente para atender o ambiente. Só que o tamanho do cômodo não é o único fator.

Também entram na conta questões como:

  • Quantidade de pessoas que costumam ficar no local
  • Incidência de sol
  • Quantidade de aparelhos eletrônicos
  • Tipo de ambiente
  • Altura do teto
  • Portas e janelas
  • Isolamento do espaço

Um quarto pequeno e pouco exposto ao sol pode ter uma necessidade diferente de outro quarto com o mesmo tamanho, mas que recebe muito calor durante boa parte do dia.

Por isso, eu evitaria seguir uma recomendação genérica sem observar o ambiente.

Comprar menos BTUs pensando apenas em gastar menos energia pode ser um erro. Se o equipamento não conseguir atender adequadamente o cômodo, ele poderá precisar trabalhar por longos períodos.

Também não é necessário comprar o maior aparelho disponível para garantir que o ambiente fique frio.

A escolha deve ser feita de acordo com a necessidade.

Antes de comprar, vale verificar a recomendação do fabricante e buscar orientação adequada para calcular a capacidade do espaço.

Depois de definir os BTUs, a comparação fica mais simples.

Por exemplo, se o ambiente realmente precisa de um aparelho de determinada capacidade, eu compararia modelos dessa mesma faixa. Assim, consigo verificar quais apresentam melhor eficiência e menor consumo indicado para aquela necessidade.

Essa comparação faz muito mais sentido do que colocar lado a lado aparelhos destinados a ambientes completamente diferentes.

5. Split ou janela

O tipo de ar-condicionado também pode influenciar a escolha, mas eu evitaria afirmar que um formato é sempre mais econômico do que o outro.

Existem diferentes modelos e capacidades dentro de cada categoria.

Os aparelhos split são muito comuns em residências e oferecem uma grande variedade de equipamentos, inclusive com tecnologia inverter. Os modelos de janela também possuem características próprias e podem ser adequados para determinadas instalações.

O que realmente precisa ser comparado é o desempenho do modelo específico.

Dois aparelhos de tipos diferentes podem ter consumos distintos. No entanto, a capacidade, a eficiência e a forma de uso precisam entrar na análise.

Eu verificaria primeiro se a instalação é adequada para o tipo de aparelho escolhido.

Um ar-condicionado mal instalado pode trazer problemas no funcionamento e prejudicar o resultado esperado. O local também influencia.

Se a unidade estiver exposta a condições inadequadas ou se houver problemas na instalação, o equipamento pode não trabalhar como deveria.

Na compra, eu não escolheria apenas porque um vendedor disse que determinado tipo “gasta pouco”.

Peça ou procure os dados do modelo.

Confira a capacidade, a classificação, o consumo indicado e as informações de eficiência.

O Sistema PBE do Inmetro pode ser usado como apoio nessa pesquisa, permitindo consultar aparelhos etiquetados e suas características.

A melhor escolha é aquela que combina o equipamento correto para o ambiente com bons dados de eficiência.

6. Temperatura escolhida

O modo como o ar-condicionado é usado também interfere no consumo.

Depois de comprar um aparelho eficiente, não adianta ignorar a temperatura escolhida todos os dias.

Eu não costumo recomendar simplesmente colocar o aparelho na temperatura mais baixa possível acreditando que isso vai resfriar o ambiente instantaneamente. O equipamento precisa trabalhar para retirar calor do cômodo, e a configuração deve ser usada com bom senso.

Uma temperatura confortável e adequada à situação pode evitar o uso exagerado.

Também vale evitar mudanças constantes.

Ligar, alterar a temperatura repetidamente e deixar portas ou janelas abertas sem necessidade pode dificultar a manutenção das condições desejadas no ambiente.

Quando o ar-condicionado está ligado, eu verificaria se portas e janelas estão fechadas, desde que isso seja adequado ao local e à situação.

Isso ajuda a reduzir a entrada de ar quente.

Cortinas e persianas também podem ajudar a diminuir a incidência direta do sol em determinados ambientes.

Cada casa é diferente.

Um quarto que recebe sol forte à tarde terá uma realidade diferente de outro que permanece protegido.

A economia não depende apenas do aparelho.

Ela também depende da forma como o ambiente é preparado para receber a climatização.

Um equipamento eficiente instalado em um cômodo que recebe muito calor e tem pouca proteção pode precisar trabalhar mais para manter a temperatura desejada.

7. Instalação correta

A instalação tem influência direta no funcionamento do ar-condicionado.

Por isso, eu não trataria a instalação como um detalhe que pode ser resolvido de qualquer maneira depois da compra.

O equipamento precisa ser instalado conforme as orientações do fabricante e as condições do local. Uma instalação inadequada pode trazer problemas e prejudicar o desempenho.

A posição das unidades, as condições da parede, a passagem das tubulações e os demais detalhes técnicos devem ser avaliados corretamente.

Também é importante usar profissionais qualificados para realizar o serviço.

Economizar na instalação escolhendo apenas o menor preço pode gerar um problema maior depois.

Antes da compra, eu verificaria quanto custa instalar aquele modelo. Alguns aparelhos podem exigir condições específicas.

Esse custo faz parte da decisão.

Outro ponto é não bloquear áreas necessárias para o funcionamento do equipamento.

As unidades precisam trabalhar dentro das condições indicadas pelo fabricante.

Depois da instalação, mantenha os manuais e as informações do modelo. Eles ajudam a seguir os cuidados recomendados para o aparelho.

Uma boa instalação não transforma um equipamento ineficiente em econômico.

Mas um equipamento eficiente também não deve ser prejudicado por uma instalação feita de forma errada.

A escolha do modelo e a qualidade da instalação precisam caminhar juntas.

8. Limpeza regular

A limpeza e a manutenção fazem parte do uso do ar-condicionado.

Eu não deixaria o aparelho funcionando durante meses sem observar filtros e outros cuidados previstos pelo fabricante.

Filtros sujos podem prejudicar a circulação do ar e devem receber a limpeza ou substituição conforme as recomendações do modelo.

A manutenção também deve ser feita quando necessária, com atenção às orientações técnicas.

Não é uma boa ideia desmontar partes do aparelho sem conhecimento apenas para tentar economizar.

Alguns cuidados simples podem ser feitos pelo próprio usuário quando estão previstos no manual. Outros serviços precisam de um profissional.

O objetivo é manter o equipamento funcionando corretamente.

Se o aparelho apresentar ruídos incomuns, perda de desempenho, vazamentos ou outros problemas, vale investigar a causa.

Continuar usando um equipamento com defeito não resolve a situação.

A economia de energia também está ligada ao uso responsável.

Um ar-condicionado bem escolhido, instalado corretamente e mantido de acordo com as recomendações tem mais condições de entregar o desempenho esperado.

Antes de comprar, eu também verificaria a facilidade de encontrar assistência e manutenção para a marca e o modelo na região.

Não é um detalhe para ser ignorado.

O aparelho será usado por anos, e o suporte disponível pode fazer diferença quando surgir alguma necessidade.

9. Horas de uso

O consumo de energia não depende apenas do modelo. O tempo que o ar-condicionado permanece ligado também pesa na conta.

Um aparelho muito eficiente usado durante muitas horas pode consumir mais energia no total do que outro utilizado por pouco tempo.

Por isso, eu considero o hábito de uso antes de escolher.

Quem pretende usar o ar-condicionado apenas em alguns períodos pode ter uma necessidade diferente de quem dorme com o aparelho ligado diariamente ou mantém a climatização durante grande parte do dia.

Recursos como temporizador podem ajudar a organizar o uso quando fazem sentido para a rotina.

Mas não é necessário desligar o aparelho e religá-lo sem nenhum critério apenas porque se imagina que qualquer funcionamento contínuo representa desperdício.

O melhor uso depende do equipamento, da temperatura externa e das condições do ambiente.

Eu procuraria conhecer os recursos disponíveis no próprio modelo.

Alguns aparelhos oferecem modos específicos e funções de programação. O importante é entender o que cada função realmente faz, em vez de usar qualquer botão com a promessa de economia.

O manual do fabricante deve ser a referência para o funcionamento daquele equipamento.

Também é útil observar a própria conta de luz depois da instalação.

Assim, você consegue perceber como o novo hábito de uso influencia o consumo total da residência.

10. Como comparar modelos

Na hora de escolher qual ar-condicionado consome menos energia, eu compararia aparelhos destinados à mesma necessidade.

Esse é o ponto principal.

Não faz sentido declarar um modelo de 9.000 BTUs como melhor do que um de 18.000 BTUs se eles foram feitos para cômodos diferentes.

Primeiro, defina a capacidade.

Depois, compare.

Minha sequência seria esta:

  1. Verificar o tamanho e as condições do ambiente.
  2. Definir a faixa de capacidade necessária.
  3. Separar modelos da mesma categoria.
  4. Conferir a etiqueta energética.
  5. Comparar o IDRS.
  6. Observar o consumo anual informado.
  7. Verificar se o modelo possui tecnologia inverter.
  8. Considerar o preço do aparelho e da instalação.
  9. Conferir garantia, assistência e disponibilidade de manutenção.

O Inmetro disponibiliza a consulta dos produtos etiquetados justamente para facilitar esse tipo de comparação. A base permite filtrar equipamentos e verificar dados relevantes antes da compra.

Eu evitaria comprar apenas pela propaganda de “baixo consumo”.

A etiqueta e os dados oficiais do modelo são muito mais úteis para comparar.

Também verificaria a versão exata. Uma mesma linha de produtos pode ter capacidades e características diferentes.

Não escolha pelo nome da linha.

Confira sempre o modelo específico que será comprado.

11. Perguntas frequentes

Ar-condicionado inverter sempre consome menos energia?

Não necessariamente quando comparado com qualquer outro aparelho. A tecnologia inverter pode contribuir para um funcionamento mais eficiente, mas cada modelo tem seus próprios dados de desempenho e consumo. Eu compararia aparelhos da capacidade necessária usando a etiqueta, o IDRS e o consumo informado.

Qual ar-condicionado é mais econômico para um quarto?

Depende do tamanho do quarto, da incidência de sol, da quantidade de pessoas e de outras características do ambiente. Depois de definir a capacidade adequada, compare modelos semelhantes e escolha aquele com melhores dados de eficiência e consumo.

Mais BTUs significam mais gasto de energia?

Aparelhos de maior capacidade podem apresentar maior consumo, mas essa comparação precisa considerar a finalidade de cada equipamento. Um aparelho de maior capacidade pode ser necessário para um ambiente maior ou mais quente. O importante é escolher a capacidade adequada e não apenas o modelo com menos BTUs.

Como saber o consumo do ar-condicionado antes de comprar?

Consulte a etiqueta do modelo e os dados de eficiência. O Sistema PBE do Inmetro também permite pesquisar produtos etiquetados e filtrar informações como capacidade, potência, classificação e consumo.

O Selo Procel ajuda na escolha?

Sim. O selo é uma referência para identificar produtos que atendem aos critérios de eficiência estabelecidos para a categoria. Mesmo assim, eu também compararia os dados do modelo específico e verificaria se sua capacidade é adequada ao ambiente.

A escolha certa

O ar-condicionado que consome menos energia não é simplesmente o menor, o mais barato ou aquele que traz a palavra inverter no nome.

Para mim, a escolha mais segura começa pela capacidade adequada para o ambiente. Depois, vale comparar aparelhos semelhantes pela etiqueta de eficiência, pelo IDRS e pelo consumo informado.

As informações atualizadas do Inmetro ajudam nesse processo. A consulta de produtos etiquetados permite verificar e comparar características antes de comprar.

Depois da instalação, a forma de uso continua fazendo diferença. Temperatura escolhida, limpeza, manutenção, incidência de calor e tempo de funcionamento influenciam o consumo ao longo dos meses.

Por isso, eu não procuraria apenas o “ar-condicionado que gasta menos” de forma genérica. Procuraria o modelo mais eficiente dentro da capacidade que realmente atende o ambiente da minha casa. Essa comparação é mais útil e pode ajudar a fazer uma escolha melhor antes de investir no aparelho.

Bolinho de cenoura com chocolate fofinho e fácil 1 20 min 1.5 (871)

Bolinho de cenoura com chocolate fofinho e fácil

Cenoura e chocolate são daqueles encontros que dificilmente dão errado.

Eu gosto de preparar estes bolinhos quando quero matar a vontade de comer um bolo caseiro, mas sem precisar assar uma forma grande.

A massa fica macia, ganha aquela cor bonita da cenoura e, no final, recebe pedacinhos ou gotas de chocolate que derretem durante o forno.

Para mim, o ponto mais gostoso dessa receita é encontrar o chocolate no meio do bolinho ainda morno.

A cenoura deixa a massa úmida e suave, enquanto o chocolate entra trazendo uma surpresa mais intensa a cada mordida.

Dá para usar chocolate meio amargo, ao leite ou até picar uma barra que esteja sobrando em casa.

Antes de começar, eu já separaria as cenouras, os ovos, a farinha, o açúcar, o óleo e o chocolate.

Vale conferir a despensa e anotar o que estiver faltando na lista de compras, porque o preparo acontece rapidamente depois que todos os ingredientes estão na bancada.

Diferente do bolo de cenoura tradicional com cobertura, aqui o chocolate vai direto para a massa.

Isso deixa os bolinhos práticos para servir no café da manhã, levar na lancheira ou preparar para um café da tarde.

Se você acabou de fazer o bolo de laranja com casca, esta é outra ideia de bolo caseiro, mas com uma massa completamente diferente e um toque de chocolate que costuma agradar crianças e adultos.

Ver Receita Completa Márcia Oliveira
Bolo de laranja com casca fofinho e fácil de fazer 2 15 min 3.0 (733)

Bolo de laranja com casca fofinho e fácil de fazer

Eu confesso que, durante muito tempo, também jogava a casca da laranja fora sem pensar duas vezes.

Depois que comecei a usar a fruta inteira em algumas receitas, descobri como ela pode deixar o bolo ainda mais perfumado.

Nesta versão, a laranja entra batida com a casca, trazendo um aroma cítrico mais intenso e uma massa macia que combina muito bem com um café passado na hora.

O segredo é escolher uma laranja com casca bonita, bem lavada e sem aquela camada branca excessiva, porque é justamente essa parte que pode deixar o sabor mais amargo.

Eu corto a fruta, retiro as sementes e bato com os demais ingredientes líquidos antes de acrescentar a farinha.

O resultado é uma massa prática, feita no liquidificador e com um perfume delicioso.

Antes de começar, dê uma olhada na cozinha e anote o que precisa entrar na lista de compras: laranjas, ovos, açúcar, óleo, farinha de trigo e fermento.

São ingredientes simples, daqueles que costumam aparecer nas receitas de bolo caseiro, mas a forma de usar a laranja muda completamente o sabor final.

Eu gosto de servir esse bolo ainda morno, sem muita cobertura, porque o gosto da laranja merece aparecer.

Se quiser deixar a mesa ainda mais especial, uma calda cítrica também combina muito bem.

Separe os ingredientes e aproveite aquelas laranjas que estão aí na fruteira para preparar um bolo caseiro bonito, perfumado e cheio de sabor.

Ver Receita Completa Rosângela Aparecida Ferreira
Bolinho de banana com aveia fácil e macio 3 15 min 2.8 (841)

Bolinho de banana com aveia fácil e macio

Banana madura e aveia costumam salvar o lanche aqui em casa quando quero preparar alguma coisa gostosa sem complicar demais.

Basta olhar para aquelas bananas que já estão com a casca cheia de pintinhas e separar alguns ingredientes simples para transformar tudo em bolinhos macios, perfumados e prontos para acompanhar um café.

Eu gosto dessa receita porque a própria banana já ajuda a adoçar a massa e a aveia dá estrutura sem precisar de uma lista enorme de ingredientes.

Ovo, canela, um pouco de baunilha e fermento completam o preparo.

Antes de começar, vale conferir o que tem na cozinha e anotar o que estiver faltando para a lista de compras, principalmente se as bananas já estiverem pedindo para ser usadas.

A textura não fica igual à de um bolo tradicional feito com farinha de trigo, e isso faz parte do charme da receita.

O interior fica macio e úmido, enquanto a canela deixa aquele aroma que aparece logo quando os bolinhos começam a assar.

Se quiser, ainda dá para acrescentar uvas-passas, castanhas ou algumas gotas de chocolate.

Depois do feijão preto com calabresa e bacon, que é uma opção mais reforçada para a refeição, eu seguiria agora para este bolinho como uma ideia completamente diferente para aproveitar no café da manhã ou no lanche da tarde.

É só separar as bananas, a aveia e os outros ingredientes, preparar a massa e esperar a cozinha ficar com aquele cheirinho bom de bolo caseiro.

Ver Receita Completa Márcia Oliveira

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Escrito por

Rafael Monteiro

Especialista em Marketing Digital Pela Universidade Positivo

Rafael Monteiro é especialista em Marketing Digital, formado pela Universidade Positivo, em Curitiba, cidade onde nasceu. Aos 32 anos, integra a equipa do ZDZ Receitas como Redator e Estrategista de Conteúdo, criando artigos sobre receitas, gastronomia, tendências culinárias e otimização para motores de pesquisa (SEO). Ao longo da carreira, colaborou em projetos para a TV Globo e o SBT, além de atuar como redator e colunista em diversos portais de mídia digital dedicados à culinária e ao lifestyle. Nas horas vagas, trabalha como designer gráfico, é apaixonado por branding e fotografia gastronómica, e partilha a rotina com os seus dois gatos e três chihuahuas, companheiros inseparáveis das suas caminhadas e viagens pelo Paraná.

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